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Nova Graphic Novel de Tex chega às bancas italianas dia 23

Chega às bancas italianas na próxima sexta-feira (23), Giustizia a Corpus Christi (Justiça em Corpus Christi), nova Graphic Novel de Tex. Com roteiro de Mauro Boselli, desenhos e capa de Corrado Mastantuono e cores de Matteo Vattani

Esta é uma série que vem fazendo um grande sucesso tanto na Itália quanto no Brasil, conseguindo angariar novos leitores para Tex devido ao formato da edição. Colorida, objetiva e com artes belíssimas. Justiça em Corpus Christi é a sétima Graphic Novel de Tex na Itália e no Brasil a Mythos publicou até o momento quatro edições, sendo que a primeira, O Herói e a Lenda é considerada o número zero.

A história deste volume remete mais uma vez à juventude de Tex, especialmente no período tumultuoso em que nosso herói era perseguido como fora-da-lei. Caçado por acusações falsas, Tex enfrenta entre tiroteios e reviravoltas, pistoleiros que querem sua pele. Conseguirá ele enfrentar estes elementos nas ruas de Corpus Christi? Ao seu lado Tex conta com a ajuda de um parceiro Ranger e seu irmão Sam Willer!

Viva Bonelli!

Novidades sobre o andamento de Dampyr!

Aos nossos confrades que ficam na dúvida sobre como anda o projeto Dampyr no Brasil, informamos o seguinte:

Então, amigos, estejam preparados! Harlan está chegando!

E para quem é de São Paulo, não se esqueça: a Editora 85 estará vendendo seus magníficos encadernados na mesa da Confraria Bonelli durante o Festival Guia dos Quadrinhos 2018!

As peculiares características de Dylan Dog

Dylan Dog é um personagem muito bem construído pelo seu criador Tiziano Sclavi  e pelos roteiristas que depois assumiram a série. A personalidade do herói faz com que os fãs tenham uma forte ligação e seus trejeitos e manias fazem dele quase que de verdade de tão peculiares e especiais para um simples personagem de quadrinhos. Aqui listo a maioria delas:

Dylan Dog sempre se veste da mesma maneira. Camisa vermelha, terno preto, jeans claro e sapatos Clarks. Independente do tempo (“para não estragar o visual”, como ele afirma). Além disso ele acha o guarda-chuva uma “invenção inútil”, especialmente quando não chove.

Porém se vestir da mesma maneira tem uma explicação mais pessoal. Na verdade ele se veste sempre assim em luto pela morte de Lilly Connoly (imagem ao lado). Em Dylan Dog & Martin Mystere: Última parada: O Pesadelo! (publicada no Brasil pela Record), Martin Mystere comenta que Dylan atribui o modo de sempre se vestir da mesma maneira para não esquecer da antiga namorada, Alison Dowell, porém na série mensal isso foi negado.

Sclavi deu carta branca para a roteirista Paola Barbato explicar este hábito do investigador. Na edição n. 200, Dylan compra doze conjuntos iguais e ressalta consigo mesmo que usar roupas iguais é o modo mais adequado de manter viva a memória de Lilly. A garota irlandesa fazia parte do IRA e acabou por morrer numa penitenciária em condições desumanas. O conjunto de roupas era o que ele estava usando no último encontro com ela.

Bloch e Groucho costumam pegar no pé de Dylan dizendo que ele “tem 12 ternos iguais ou realmente tem um excelente desodorante”.

O personagem já afirmou ter 1.85cm de altura.

Dylan Dog é abstêmio. No passado ele foi alcoólatra (na 2ª edição da série regular ele é visto bebendo cerveja, porém na reedição subsequente o quadro foi redesenhado e a cerveja virou suco de laranja. Na edição n. 81 lhe é oferecido um copo de whisky e Dylan não aceita), ele se define como um alcoólatra anônimo.
Groucho brinca que Dylan é um abstêmio que muitas vezes se esqueceu de se abster.

Dylan não fuma e é vegetariano.

Ele tem uma série de fobias: claustrofóbico (medo de lugares apertados) e aerofóbico (medo de altura) além de sofrer de vertigem. Nas poucas viagens ao exterior, ele sempre usa seu carro ou um navio (mesmo que fique enjoado). Geralmente é hipocondríaco.

Dylan tem pouco interesse na vida moderna. Não gosta de celulares e para escrever em seu diário usa caneta de pena e tinteiro.

Adora ler, especialmente poesia. Escuta música clássica, heavy metal e filmes de terror.

Apesar de estar sempre procurando ganhar dinheiro, Dylan não tem interesse particular nisso, às vezes investiga sem cobrar nada. Originalmente sua taxa de investigador privado é de 50 libras por dia mais despesas, mas na edição n.145 (ao lado) aumentou para 100 libras. Na n.146 ele chega a cobrar Mil libras por dia para trabalhar para o rico Darknight. Ele recebe uma média de mil a cinco mil libras antecipadamente.

Ele é o primeiro a ser cético em relação aos casos que enfrenta, e não é incomum vê-lo mandar seus clientes procurarem psicólogos ou psiquiatras antes de admitir a existência do paranormal.

Muitas vezes, quando as clientes são mulheres, Dylan se apaixona por elas e desenvolve um certo relacionamento.

Seu método de investigação consiste em partir de hipóteses racionais e “depois de ter descartado todas as hipóteses possíveis, o que resta é o meu trabalho: O Pesadelo”. Dylan é um detetive de verdade, qualificado pela Scotland Yard onde esteve às ordens do inspetor Bloch. Ele não acredita em coincidências.

Dylan está sempre tentando completar um modelo de galeão que por muitas vezes é destruído. Quando o está construindo, em muitas vezes Dylan recebe epifanias sore os casos que estão difíceis de resolver.

O galeão é uma réplica de um navio inglês do século XVIII, o HMS Vitória do Almirante Nelson. O modelo (destinado a nunca ser concluído e ao qual muitos eventos relacionados ao passado do personagem estão vinculados) foi adquirido após a morte de Lilly Connoly na loja Safará.

Na edição n.100 (publicada no Brasil na 1ª edição da Mythos), Dylan consegue terminar o galeão e acaba desencadeando uma série de eventos que o leva a conhecer seus pais e por um ponto final a todos os seus pesadelos. Na história extra, “Orrore Nero” (onde o personagem Francesco Dellamorte aparece), o galeão é terminado pelo menino Joey, amigo de Dylan, que faz o garoto desmontar o galeão. Nada acontece neste caso, pois é somente Dylan que tem uma conexão com o modelo, idêntico ao galeão que seus pais embarcaram há 300 anos.

Na edição n.100, Dylan descobre quem são seus verdadeiros pais, o que faz com que termine a investigação sobre si mesmo, o libertando dos pesadelos e começando uma nova vida tendo sonhos.

O fusca conversível branco com placas DYD 666 que Dylan possui foi dado como pagamento pelo primeiro caso resolvido pelo investigador. Embora em algumas histórias ele termine completamente destruído, sempre retorna intacto na aventura seguinte. Em Dylan Dog & Martin Mystere: Última Parada: O Pesadelo! É comentado, ao contrário do que foi dito na série regular, que Dylan tinha o mesmo carro no ano de 1978.

Em seu tempo livre Dylan toca clarinete. Ele se inspirou na paixão de Sherlock Holmes pelo violino. Ele geralmente toca “Il Trillo del Diavolo”, de Tartini. Na primeira edição da série regular, o clarinete é perdido pois sua maleta continha uma bomba. Groucho dá um novo clarinete para Dylan na edição n. 2. Na edição n.25, Morgana (publicada no Brasil pela Conrad) devolve à Dylan o clarinete perdido na edição n.1, então Dylan tem dois clarinetes, mesmo que os dois nunca tenham aparecido ao mesmo tempo.

 

A música no Clarinete de Dylan soaria assim:

 

Dylan tem uma arma velha que encontrou enquanto estava com Marina Kimball em uma caverna, quando ainda era jovem. Ele quase sempre leva consigo e Groucho é quem tem a tarefa de lançar a arma quando Dylan precisa (o primeiro lançamento é executado por Marina). A pistola é uma Bodape Mod. 1889 tipo B. Foi destruída na edição n.101, mas depois foi consertada por Moore, o proprietário de uma loja de armas.

Quando recebe clientes em seu escritório, Dylan geralmente está sentado com uma perna descansada em um braço da poltrona, suas mãos estão juntas ao nível do rosto e os cotovelos apoiados no braço da poltrona e o outro na perna oposta. Pode ser uma referência à postura adotada por Sherlock Holmes.

Dylan não tem um sexto sentido, tem um quinto e meio sentido.

Dylan tem como marca registrada a expressão “Judas Dançarino!”, usada em quase todas as edições. Tiziano Sclavi, criador de Dylan comenta que a expressão era de um amigo jornalista, Gianluigi Gonano.

Em 1995 Dylan se torna padrinho após salvar o casal Sara e Steve, pais do falecido Tom que virou um fantasma e pediu ajuda a Dylan. Um ano depois, Sara e Steve estão esperando um novo bebê e convidam Dylan a ser padrinho da criança.

É ou não um personagem incrível? Cada edição nos apegamos ainda mais ao sinistro e divertido Dylan Dog.

Séries Bonelli que talvez nunca vejamos no Brasil: ORFANI

Orfani é mais uma série Bonelli do gênero ficção científica. Criada por Emiliano Mammucari e Roberto Recchioni, atual editor de Dylan Dog e roteirista do Detetive do Pesadelo por anos, inclusive foi autor da premiada Mater Morbi. Orfani é publicado na Itália desde 2013 em cores.

A série fala de uma guerra entre uma raça de extraterrestres e uma equipe de crianças treinadas para combatê-los, conhecidos como “órfãos”, daí o título, Orfani. Esta é a primeira série da Bonelli totalmente colorida. Os autores comentam que se inspiraram em obras como The Lord of the Flies, de Willian Golding e Tropas Estelares, de Robert A. Heinlein. Além da já costumeira mistura de filmes e quadrinhos que vemos em várias séries Bonelli. Orfani por exemplo tem referências à Alien, The Big Red One (Agonia e Glória, no Brasil), Full Metal Jacket (Nascido para Matar, no Brasil) e Star Wars, além da famosa série de jogos, Halo.

Orfani tem tramas divididas em temporadas, como uma série de televisão. Na primeira temporada, a história é dividida em duas linhas de tempo diferentes que se alternam durante a narração. No passado são mostradas as fases de treinamento que os órfãos são submetidos, e no presente os personagens são enviados para a guerra entre humanos e os extraterrestres.

A trama

Um raio de energia devastador atinge a Terra, arrasando a maior parte da Europa e matando instantaneamente um sexto da população. A destruição é um ataque premeditado por alienígenas de um planeta distante. Após este evento, um cientista sérvio chamado Jsana Juric e um coronel do exército japonês chamado Takeshi Nakamura reuniram um grupo de órfãos que sobreviveram à catástrofe, para sujeitá-los a treinamento duro e torná-los soldados com o objetivo de invadir o planeta hostil e evitar que outra tragédia acontecesse.

No início da história do passado, os militares submetem as crianças a um teste, os levando separadamente a um território selvagem e logo eles percebem que foram abandonados no lugar e devem retornar à base de Dorsoduro. O grupo imediatamente se encontra sob a liderança de Hector, o mais velho, que começa a orientar os meninos. Jonas, outro sobrevivente, começa a fazer amizade com Hector que se torna uma figura de referência pra ele. Depois de alguns dias de caminhada, Juric e Nakamura decidem liberar na área onde as crianças estão, ursos famintos. Hector se sacrifica para salvar o grupo e Jonas se torna o responsável por todos.

Eles vão de encontro a um precipício e são seguidos por outro urso. Desesperados começam a atirar pedras e conseguem cegar o animal, que com raiva acaba derrubando todos da encosta. Horas mais tarde eles conseguem retornar à base e tem início ao treinamento.

No futuro, a força de invasão terrestre chega ao planeta alienígena. Os soldados devem tomar injeções diárias para neutralizar a radiação do planeta. Ao descer no planeta não encontram resistência, mas algo estranho… não tem vestígio de vida alienígena. Porém do nada começam a aparecer os inimigos, sem qualquer arma de fogo e começam a matar os soldados da Terra.

A batalha parece perdida e quando uma equipe de cinco soldados, cada um vestido de uma maneira diferente dos outros aparece, conseguem eliminar em um curto espaço de tempo a maioria das forças inimigas, fazendo os alienígenas sobreviventes bater em retirada. Os soldados, surpresos, perguntam qual o nome dos cinco heróis e depois destes tirarem os capacetes reconhecem Jonas e seus companheiros, os Órfãos!

Uou! É de tirar o fôlego essa série hein? Ela não segue o habitual Bonelli, é colorida, quadrinhos dinâmicos e uma trama espetacular.

Foram publicados até o momento 48 edições e Recchioni já confirmou que a sexta temporada, com o título Sam, será a última, encerrando a série com 54 edições.

E aí? É ou não é uma boa pedida?

 

 

Viva Bonelli!

Filantropia na Confraria: passe essa ideia adiante

Não é de hoje que muitos colecionadores ou fãs de Tex Willer e de quadrinhos em geral, doam ou presenteiam amigos ou familiares com suas HQs prediletas para que as pessoas se interessem por elas, ou ao menos, conheçam do que se trata.

Mas alguns vão além: adotam o lema da doação pura, e promovem atos massivos e singulares. O exemplo mais recente que agiu assim foi o de nosso confrade, Alberto Wendt. Ele não pensou muito para promover a doação de inúmeros titulos de Tex para a Casa do Adolescente do Município de Bagé, Estado do Rio Grande do Sul, colaborando com a formação cívica, social e intelectual de jovens de 12 a 18 anos.

Alberto fez questão de promover a doação em nome da Confraria Bonelli

À esquerda, Antonio, monitor da casa do Adolescente e ao seu lado, nosso confrade, Alberto

Para quem for da região de Bagé e tiver interesse em conhecer melhor o trabalho do pessoal na Casa do Adolescente, segue contato:

Centro de Referência de Assistência Social
Coordenadora: Adriana Tholozan
Endereço: Avenida Átila Taborda, 2599, Parque Silveira Martins
Telefone:(53) 3241 7207
Horário de Funcionamento: 8h ás 11:30h e 13:30h ás 17h
E-mail: cras.dame.smtas@bage.rs.gov.br

Mas esse é apenas um dos muitos atos de confrades que já fizeram por outros. Dentro de nosso quadro de integrantes, temos muitos professores, e dentre eles, os pards Cícero Linhares e o Robério Wilson, sempre prezam por não só empregar os quadrinhos de Tex em suas aulas para torna-las mais didáticas, como provocam as turmas a ganharem edições.

Nosso confrade Cícero, por exemplo, além de promover o conhecimento de nosso projeto, sem instiga seus alunos da EEEM Profª Maria Sylvia em Bom Jesus do Tocantins – PA e EEEFM Prof. Hélio Frota Lima em Abel Figueiredo – PA, a lerem nosso ranger:

Já nosso outro professor, Robério, também promoveu doações na escola onde atua:

Entregando ao Diretor do Colégio Estadual Democrático de Ibicoara os livros TEX no Brasil, do pard Gege Carsan e o Lucas da Feira do amigo Marcos Franco, que com muito carinho e boa vontade fizeram estas doações à biblioteca desta Instituição de Ensino, com o objetivo de incentivar a leitura e proporcionar mais informações aos alunos e toda a comunidade escolar. Nosso muito obrigado a vocês!!! Lucas Pires, Rozeangela Guimarães, Cristiane Cristy Leite Fernandes, Isabel Faustino, Roberto Rocha Aguiar, Marcos Matos, Rilce Maria.

Além disso sempre instiga os alunos a leitura didática dos títulos por conta da ficção histórica que Tex detém.

Além deles, outros membros como Neimar Nunes, Antonio Carlos da Silva, Ricardo Elesbão, Erik Hilton, João Batista, Miguel Zinelli, Ivo Almada e Luiz Henrique sempre estão presenteando outras pessoas que desconhecem o prazer dos fumettis Bonelli.

Que estes exemplos possam servir de inspiração a outros confrades e leitores. Passe adiante o hábito e a paixão pelos quadrinhos. Faça sem esperar nada em troca e tenho o mundo um lugar melhor.

A Confraria apoia e fomenta seus membros a promoverem doações.

Editora Bonelli comenta sobre publicações de Tex em 2018

A Sergio Bonelli Editore fez um balanço do que trará para o nosso herói em 2018. Sem delongas vamos aos planos para o setentão Tex, com cara de 40 e que parece ter 20.

Em fevereiro será lançada mais uma Graphic Novel por Boselli e Mastantuono que concluirá a história iniciada em “O Vingador” (Graphic Novel ainda inédita no Brasil) e terá Tex, seu irmão Sam e o guardião Jim Callahan que se comprometeram a vencer a batalha contra os invasores que mataram Ken Willer.

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Easter Egg ou Ref? Stranger Things & Martin Mystère: ponto de fusão.

Por Adriano Soares, em 26/07/2016, e republicado agora.

Leitura do “quarteto mágico” pelas mãos do desenhista Luiz Sansone 🙂

Arte de Luiz SansoneSérie nova, com proposta nostálgica, que nos remete para os encantadores idos dos anos 90 no Brasil, que por sua vez , manifestava em seu meio pop audiovisual (cine/music) produções aventurescas e vibrantes da década dos anos 80. Não é à toa que Stranger Things se tornou um fenômeno de grande aceitação, talvez por explorar uma trama que resgate elementos culturais memoráveis que expressam quase que perfeitamente o auge da década na qual a série se passa.

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Audace: o novo selo editorial da Sergio Bonelli Editore

Muito se diz no Brasil que a SBE é uma editora parada no tempo e que não se renova. Não, isso não é verdade. A última edição do Lucca Comics & Games apresentou ao publico exatamente o contrário: uma enxurrada de novidades da editora sita à Via Buonarroti. Estas, ao que parece, foram planejadas para agradar tanto a nova geração, quanto aos leitores mais conservadores.

A apresentação conduzida por Michele Masiero (diretor editorial da Bonelli) no Teatro del Giglio, em Lucca, trouxe novidades para todos os gêneros de publicações da Bonelli. Aqui, vamos destacar a nova linha editorial que promete quase uma dezena de novos títulos: o selo “Audace”.

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O que os italianos fazem num domingo a noite? DyD!!!

NÃO! Vocês não leram errado!

*Por Thiago Gardinalli

Sabe o que os italianos fazem aos domingos à noite? Ouvem o programa do Dylan Dog! Isso mesmo! Uma rádio italiana produziu uma radionovela do personagem, 100% fiel ao roteiro dos quadrinhos. Importantes histórias foram transformadas em episódios radiofônicos, incluindo “Dopo un lungo silenzio”, que marcou a volta de Tiziano Sclavi aos roteiros depois de muitos anos ausente.

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Relação de capas!

Está meio perdido sobre a correlação de histórias de Tex?

Então está na hora de se organizar! Nosso amigo e Confrade, Sandro Piola, acaba de disponibilizar o mais novo arquivo com as indicações das capas e histórias de Tex!

Confira baixando o arquivo em .PDF abaixo:

Capas Tex

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