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O que teremos de Dampyr em 2020

Em 2020 Dampyr completa 20 anos e a Bonelli divulgou algumas aventuras que Harlan Draka, o Dampyr, enfrentará. Em abril de 2000, estreava “O filho do Vampiro”, escrito pelo criador da série Mauro Boselli com desenhos de Majo. Em abril deste ano, Dampyr comemora seu aniversário com a edição “O Cavaleiro de Roccabruna”. Edição com 110 páginas coloridas onde Harlan enfrentará os inimigos preferidos dos leitores, Lobisomens! Com desenhos de Majo.

 

A celebração não para por aí. Dampyr tem tudo para chegar ao cinema este ano e a Bonelli está preparando um retorno às origens do herói em “Retorno a Yorvolak”, cenário da primeira aventura de Dampyr. Depois da Romênia, Harlan vai para a Calábria, seguindo o conde de Altafoglia e depois para a Ucrânia para enfrentar uma doença alucinógena.

Conheceremos a Escola Negra e seu diretor dos infernos, conheceremos a lenda de Silverpilen, o trem fantasma do metrô de Estocolmo e testemunharemos o desafio final com Sho-Huan. Encontraremos H.P. Lovecraft e Robert E. Howard, os lendários escritores de “Weird Tales”, onde descobriremos que Nyarlathotep ainda é altamente perigoso. E por fim Kurjak realiza seu sonho de lutar ao lado dos Tigres de Mompracem!

Dampyr 5 em Breve no Brasil

Após lançar quatro volumes de Dampyr, a Editora 85 prevê o lançamento das edições 5 e 6 para este ano. A 5, que compilará as edições de 17 a 20, segundo o editor Leonardo Campos será lançada ainda este semestre. “Só estamos esperando o crivo da Bonelli para enfim poder preparar o lançamento de Dampyr 5, que muita gente aguarda. Para o primeiro semestre é de certeza que isso acontece”, e complementa, “dependendo das vendas, em 2021 pretendemos lançar mais de dois volumes”.

O volume 5 de Dampyr contará com as seguintes histórias:

Dampyr nº 17 – O Conde Magnus

Roteiro: Mauro Boselli; Arte: Marco Torricelli; Capa: Enea Riboldi

Noruega. Um antigo hotel em Alesund esconde uma maldição no quarto número 13. Um afresco do Juízo Final é descoberto em uma igreja antiga. Duas figuras sinistras perseguem uma jovem que trabalha como restauradora de arte. Um professor desaparecido… O que tudo isso tem a ver com o diabólico conde Magnus Oland, inimigo jurado da rainha Christina da Suécia e morto há séculos?

Dampyr nº 18 – A Tela Demoníaca

Roteiro: Maurizio Colombo; Arte: Luca Rossi; Capa: Enea Riboldi

Amsterdam. Mururaka é um diretor de cinema malfadado que faz filmes de terror. Harlan, Tesla e Kurjak encontram Bela Lugosi, Christopher Lee, Nosferatu e Gwymplaine, o Homem que Ri. Mas não param para pedir autógrafo a nenhum deles. Um tributo ao cinema de terror.

 

Dampyr nº 19 – A Luz Negra

Roteiro: Maurizio Colombo; Arte: Nicola Genzianella; Capa: Enea Riboldi

Marrakech, década de 1950. Quatro escritores se preparam para evocar o espírito de Kyazam, o Demônio Novelista, capaz de transformar sonhos em ouro e realidade em pesadelo. Os escritores queriam conceder vida às palavras, moldá-las em carne e sangue, mas não sabiam que estavam assinando sua própria sentença de morte. Graças à mágica feita pelo feiticeiro Mulawa, eles pensaram que haviam aprisionado o demônio para sempre, mas agora, Kyazam está os perseguindo. Caleb Lost os coloca sob a proteção de Harlan… será o suficiente?

Dampyr nº 20 – O Castelo nos Carpatos

Roteiro: Mauro Boselli; Arte: Giuliano Piccininno; Capa: Enea Riboldi

Romênia. Notórios por sua miséria, um orfanato romeno se destaca pelo horror. A habitação que o vampiro Vlatna tomou há séculos do pai de Harlan, Draka, senhor da Ordem do Dragão e senhor daquelas terras. Guiados por um guerreiro cego pertencente ao clã Draka, Dampyr e Tesla invadem o Castelo Vlatna, mas pelo que eles vão lutar? Pelo destino das vacas e vira-latas trancadas no orfanato, ou se tornarão um instrumento da vingança de Draka?


Adquira os volumes anteriores de Dampyr no site da Editora 85 AQUI.

Fonte: Sergio Bonelli Editore

Segundo Volume de Lilith traz aventuras históricas incríveis

A Red Dragon Publisher está com campanha no Catarse para o lançamento da 2ª edição de Lilith. A cronoassassina irá se aventurar na Guerra Civil Norte-Americana, navegará com Vikings até Vinland (a América Pré-Colombiana) e assumirá a identidade de Sun Wukong (o Rei Macaco), durante a segunda guerra sino-japonesa e o massacre de Nanjing.

 

 

Ao lado a primeira edição de Lilith que pode ser adquirida pelo site da Red Dragon Publisher, AQUI

 

 

As viagens temporais de Lilith é o que mais chama atenção para este sucesso da Sergio Bonelli Editore criado por Luca Enoch, que escreve, desenha e é o capista da série completa em 18 volumes. Quem jogou o game da Ubisoft Assassin’s Creed irá se identificar muito com este quadrinho. Lilith é uma jovem de vinte e poucos anos que tem uma missão: salvar a humanidade de um parasita alienígena.

Para isso ela foi criada e treinada desde pequena para ser uma assassina do tempo (ou uma cronoassassina), ela é enviada de volta ao passado para rastrear algumas pessoas infectadas pelo parasita. Seus alvos são os portadores inconscientes desse organismo vegetal alienígena, o Triacanto. Ela quer cortar as linhas de ancestralidade do Triacanto antes que ele possa sair de controle e destruir a humanidade.

O segundo volume que será lançado pela Red Dragon trará os volumes 4, 5 e 6. A campanha no Catarse para o lançamento deste volume chegou a 50% da meta e precisa ser batida para termos mais Lilith em 2020.

Os fatos históricos abordados por Enoch em Lilith são o grande diferencial desta série. Ele toca na ferida de acontecimentos espinhosos, como podemos ver abaixo quando ele aborda o Massacre de Nanjing ou Nanquim.

Segue abaixo a sinopse de cada aventura de Lilith e curiosidades sobre o período histórico que a personagem participa:

Cavalgando com o Diabo – Vol.4

Lilith está escondida entre os Confederados conduzidos pelo Capitão de Guerrilha William Quantrill. Ela acorda à deriva nas águas do Rio Mississipi, no meio da Guerra Civil Americana. Seguindo os rastros do Triacanto, navega rio acima alcançando a área de fronteira entre o Missouri, um estado secessionista e o abolicionista Kansas.

Esta “linha sangrenta” é percorrida pelas grupos confederados, que lutam ferozmente uma guerra de guerrilha contra as tropas regulares da União. Lilith deve encontrar o “portador” entre os homens de Willian Quantrill, uma das gangues mais infames dos “rebeldes” confederados. Lilith cruza com personagens lendários como Bloody Bill Anderson e os irmãos Frank e Jesse James.

 

Fato histórico: Cavalgando para o inferno

Os Quantrill Raiders eram os mais conhecidos guerrilheiros confederados que lutaram na Guerra Civil Americana. O líder era William Quantrill (foto à esquerda) e contava também com Jesse James e seu irmão Frank, como já mencionado acima. O evento mais sangrento envolvendo os Raiders foi o Massacre de Lawrence em 21 de agosto de 1863. Lawrence era conhecida como a fortaleza das forças anti-escravidão no Kansas.

Semanas antes ao ataque, o general da União Thomas Ewing Jr. Ordenou a detenção de qualquer civil que apoiasse os Raiders e vários parentes dos guerrilheiros foram detidos em uma prisão improvisada em Kansas City. Em 14 de agosto o prédio desabou, matando quatro jovens e ferindo gravemente várias pessoas. Entre os mortos estava Josephine Anderson, irmã de “Bloody Bill” Anderson. Outra irmã de Anderson ficou aleijada. Tudo isso enfureceu os homens de Quantrill.

Com 450 guerrilheiros, Quantrill atacou a cidade, a deixando em chamas e matando 150 homens e meninos capazes de carregar um rifle. Em retaliação a invasão, o general Ewing ordenou que três condados e meio do Missouri ao longo da fronteira do Kansas fossem desocupados. Milhares de civis tiveram que abandonar suas casas. As tropas da União os perseguiram, queimando prédios, incendiando plantações e abatendo gado para privar os guerrilheiros de comida e apoio. Os Quantrill Raiders tiveram que passar o inverno com as forças confederadas ao sul.

O Manto do Urso – Vol.5

Lilith começa sua caçada nas terras congeladas da Groenlândia, no final do século 11, onde Erik “O Vermelho” fundou um assentamento islandês. Lilith encontra seu alvo, mas quando ele foge, a garota é forçada a navegar em uma longa e perigosa viagem em direção à costa americana, chamada pelos normandos de Vinland, a doce terra ao sul, onde a uva selvagem cresce espontaneamente. Lilith navega ao lado de heróis das famosas sagas nórdicas como Leif “O Afortunado”, filho de Erik, o primeiro europeu a pisar no Novo Mundo. E também encontra os Skraeling, os nativo americanos. Lilith vai em direção ao sul até alcançar o “coração das trevas”, onde seu alvo se refugiou com seus companheiros.

Fato Histórico: Mais rápido que Colombo

Leif Eiríksson chegou à América do Norte por volta do ano 1000. E Vinland, segundo alguns historiadores significa Vin – Vinhas, Land – Terra ou seja, Terra dos Vinhas. Leif primeiro achou a Helulândia (“Terra das Rochas lisas”), seguiu para o sul e achou a Marclândia (“Terra das Florestas”), até finalmente chegar à Vinlândia. Estabeleceram então uma base de inverno chamada Leifsbudir. Uma ocupação precária, mas é considerada o primeiro contato de colonizadores Europeus com a América, 500 anos antes de Cristóvão Colombo e Cabral.

Leif chegou a fazer contato com os habitantes nativos, os índios americanos, chamando-os de Skraelings, que significa selvagens ou estrangeiros. A convivência com os índios foi pacífica e Leif fundou o povoado de L’Anse aux Meadows que tinha uma população de cerca de trinta pessoas. Voltou para sua terra para trazer mais pessoas, mas descobriu que seu pai havia morrido e teve que assumir a responsabilidade do vilarejo de Brattahlid na Groenlândia.

As pessoas continuaram a chegar ao povoado até que no ano de 1012 os índios invadiram e destruíram todas as casas. Algumas dessas casas sobreviveram e foram encontradas cerâmicas vikings em 1962, o que provou de fato a existência desta lenda.

O Rei dos Macacos – Vol.6

No final de 1937, durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, as forças japonesas conquistam Nanjing, na época capital da China – o início de um período de terror que durará vários meses. Lilith chega até Nanjing em busca do espiromorfo e para cumprir sua missão ela precisará vestir as roupas de Sun Wukong, o charmoso rei dos macacos, herói de uma famosa saga folclórica.

 

Ao lado, apresentação no Teatro Chinês usa mesmo figurino que Lilith usa para representar Sun Wukong. O Rei Macaco ou  Sun Wukong, é um dos principais personagens da novela épica clássica chinesa chamada de Jornada ao Oeste. Nessa história, ele é companheiro do monge Xuanzang numa viagem para recuperarem escritos budistas que estavam na Índia. A lenda do Rei Macaco foi a base para que Akira Toriyama cria-se Dragon Ball (imagem abaixo).

Fato Histórico: Episódio brutal da invasão do Japão à China

Enoch usou a lenda do Rei Macaco para dar um alívio à trama, pois o Massacre de Nanquim ou Nanjing, que aconteceu de 1937 a 1938, onde cerca de 260 mil pessoas morreram foi brutal. Vinte mil mulheres foram estupradas e mortas, incluindo meninas com menos de dez anos. O evento ainda hoje é traumático para chineses e polêmico para japoneses.

A China estava em guerra civil desde 1926, entre nacionalistas e comunistas (liderados por Mao Tsé-Tung). Por ser um país enfraquecido, algumas regiões eram controladas por potências estrangeiras. O Japão dominava a Manchúria e avançou sobre o território chinês quando viu que os nacionalistas estavam se preparando para confrontá-lo.

Em 1937, os japoneses atacaram a costa da China e conquistaram Xangai. Morreram 250 mil chineses e 40 mil japoneses. Os chineses fugiram para Nanquim, destruindo no caminho campos de arroz e tudo que pudesse ajudar as tropas japonesas.

Em 5 de dezembro o Japão cercou a capital e entrou na cidade. O general Tang Shengzhi, comandante das tropas chinesas em Nanquim, recrutou 100 mil soldados tentando evitar o avanço japonês e após oito dias de violentos embates, os japoneses derrubaram as defesas da capital.

O general japonês Asaka Yasuhiko ordenou a execução de todos os prisioneiros de guerra. Separaram civis, militares, homens e mulheres. Torturaram, enforcaram e fuzilaram os soldados. Massacraram os civis na rua. Alguns se refugiaram em templos, mas foram pegos mesmo assim. Os japoneses conduziram os cidadãos a uma cratera em uma pedreira. Enfileiraram todos e abriram fogo. Muitos caíram ainda vivos, e os soldados procuraram sobreviventes para executá-los.

O horror piorou sob o comando do general Iwane Matsui. Decapitação virou um esporte. Via-se quem era mais rápido e mais preciso no corte. Contavam quem matava mais bebês e arrancava mais fetos da barriga das mães. Penduravam cabeças para não perder a conta e davam os corpos a cães vira-latas, mais famintos do que nunca naquele momento. Para completar, praticaram vivissecção, ou seja, dissecar a pessoa ainda viva.

Mas o pior estava guardado para as mulheres. Arrastaram mães, solteiras e adolescentes para caminhões para transformá-las em escravas sexuais. Muitas delas, que os japoneses chamavam de “mulheres de conforto”, foram exportadas como escravas para os 2 mil bordéis militares que o Japão havia espalhado pelo continente asiático.

Em dois meses, poucos restaram de pé. Os japoneses ainda espancaram, afogaram, queimaram e fuzilaram os cidadãos. Enterraram crianças vivas. Observadores internacionais falavam de pilhas de cabeças e corpos espalhados na rua. Entre as milhares de mulheres estupradas, muitas foram violadas por grupos, mutiladas, mortas e largadas à vista, para aterrorizar quem ainda estava vivo.

O governo chinês continuou fugindo até a derrota final, em 1938. O Japão dividiu a China em estados fantoches e manteve a política expansionista. Tentou invadir a Rússia, sem sucesso, tomou Hong Kong e Xangai e atacou a base de Pearl Harbor, levando o país – e os Estados Unidos – à 2ª Guerra Mundial.

Os japoneses cometiam tantas atrocidades que até mesmo os nazistas pediram para eles evitarem tantos massacres. Existem muitas imagens do massacre de Nanjing no Google, mas as imagens são horríveis para serem colocadas aqui.


Apoie Lilith vol 2, e conheça suas espetaculares aventuras nestes eventos históricos:

https://www.catarse.me/lilith2

O Bibliotecário de Tex no Brasil

Tex Willer é um dos personagens em publicação mais longevo na história dos quadrinhos mundiais. No Brasil é publicado ininterruptamente desde 1971 em formato revista e apareceu pela primeira vez na Revista Júnior nº 28 em formato de tiras em talão de cheque. Na época se chamava Texas Kid.

Criado em 1948 por Giovanni Luigi Bonelli e Aurelio Gallepini, Tex é um personagem de western publicado em diversos países. No Brasil já saiu pela Vecchi, RGE, Globo e atualmente pela Editora Mythos. Sua vida editorial no Brasil tem certas diferenças com a sua trajetória italiana. Em busca de organizar e saber quando, como e onde foram publicadas as histórias de Tex por aqui, o fã, Sandro José Piola faz e atualiza uma relação com todas as edições já lançadas do Ranger.

Servidor Público, Sandro tem 46 anos, natural de Nova Roma do Sul/RS e atualmente mora em Passo Fundo/RS. Da sua BiblioTex, como chama carinhosamente sua coleção, ele realiza este trabalho tão importante para os fãs de Tex no Brasil. É como se fosse um bibliotecário do Ranger. Ele registra todas as edições italianas e em quais edições as histórias foram publicadas no Brasil.

“Foi no final de 2010 que comecei a colecionar as revistas Bonelli que saiam pela Mythos. Até então, colecionava apenas Tex Edição Histórica. Para organizar minhas aquisições, baixei um arquivo disponibilizado no Portal TexBR contendo a relação completa das histórias de Tex e das edições que foram publicadas no Brasil”, pesquisa elaborada e atualizada por Rodrigo Bratz, comenta Sandro.

Porém a última atualização feita por Bratz foi em 12/02/2013, “como não houve atualização, pelo menos que eu tenha tido conhecimento, tive a ideia de continuar a construir a relação de histórias. Para não “copiar” a estrutura do arquivo anterior, a minha relação tem como base o site da Sergio Bonelli Editore, mais especificamente na seção “Arretrati” do personagem (TEX) onde extraio todas as informações dos números da “collana”, como título, data de publicação, artistas que trabalharam, etc.”, explica Sandro.

As informações dos títulos brasileiros são extraídas mensalmente dos chamados “checklist”, “consegui acesso a checklists desde 2007, no antigo site da editora. Depois os checklist começaram a sair no site Mythológico e recentemente na página do Facebook Mythos HQs. Para os números mais antigos, as informações foram compiladas do arquivo mencionado anteriormente, bem como de relações que saíram em livros sobre o personagem TEX no Brasil, e ainda em outros sites na Internet, além de pesquisas na minha BiblioTex”, explica o colecionador.

A Relação criada por Sandro é de fácil entendimento e com algumas diferenças da lista realizada anteriormente:

  • A base da lista é a numeração italiana;
  • Não é dividido por história como era o arquivo de 2013, as histórias são divididas por cores;
  • As cores amarelo e verde separam as histórias completas;
  • Se um número termina uma história e começa outra, a cor é mesclada. Assim, mantém-se os títulos que saíram e não apenas o título da história;
  • A lista é atualizada mensalmente;
  • No campo observação tem a página que acabou a história e onde começa a outra, isso referente a edição italiana; “Por isso que para um número específico italiano aparece dois números no Brasil”, explica Sandro;
  • Quanto mais colunas preenchidas, mais saiu.

Sua paixão por Tex começou na década de 1980 quando leu Tex 101 e 105, que seu irmão havia comprado. No início dos anos 1990, Sandro chegou a ter 30 revistas de Tex, que logo após vendeu em um sebo. A sua coleção começou mesmo em 1993, com a Tex Edição Histórica, que tem até hoje. E as outras séries Sandro começou a colecionar no final de 2010.

Apesar de ser muito dedicado à este trabalho de fã, Sandro pensa que ninguém utiliza a lista. Ele tem até mesmo uma relação com as capas, lado a lado, porém o arquivo é muito grande para download. “O meu trabalho se limita ao que saiu na Itália e em qual edição saiu aqui. Essa relação é algo que precisa ser feito, Tex é muito querido por muitos fãs brasileiros, colecionadores aficionados que vira e mexe estão garimpando suas edições em sebos, leilões e grupos. E por ter várias séries, é preciso saber o que cada edição contém e quais histórias trazem”, comenta Sandro.

A Relação já está atualizada até o número 711, lançada em janeiro de 2020 com a história “I Vigilacchi e gil eroi”. E você pode fazer o Download pelos links a seguir:

Relação de Histórias de Tex publicadas no Brasil: DOWNLOAD

Relação de Histórias publicadas em Tex Speciale: DOWNLOAD

Relação de Histórias de Zagor publicadas no Brasil: DOWNLOAD

Relação de Histórias de Tex com Capas: DOWNLOAD

Relação de Histórias de Ken Parker: DOWNLOAD

Nova Graphic Novel de Tex chega às bancas italianas dia 23

Chega às bancas italianas na próxima sexta-feira (23), Giustizia a Corpus Christi (Justiça em Corpus Christi), nova Graphic Novel de Tex. Com roteiro de Mauro Boselli, desenhos e capa de Corrado Mastantuono e cores de Matteo Vattani

Esta é uma série que vem fazendo um grande sucesso tanto na Itália quanto no Brasil, conseguindo angariar novos leitores para Tex devido ao formato da edição. Colorida, objetiva e com artes belíssimas. Justiça em Corpus Christi é a sétima Graphic Novel de Tex na Itália e no Brasil a Mythos publicou até o momento quatro edições, sendo que a primeira, O Herói e a Lenda é considerada o número zero.

A história deste volume remete mais uma vez à juventude de Tex, especialmente no período tumultuoso em que nosso herói era perseguido como fora-da-lei. Caçado por acusações falsas, Tex enfrenta entre tiroteios e reviravoltas, pistoleiros que querem sua pele. Conseguirá ele enfrentar estes elementos nas ruas de Corpus Christi? Ao seu lado Tex conta com a ajuda de um parceiro Ranger e seu irmão Sam Willer!

Viva Bonelli!

Novidades sobre o andamento de Dampyr!

Aos nossos confrades que ficam na dúvida sobre como anda o projeto Dampyr no Brasil, informamos o seguinte:

Então, amigos, estejam preparados! Harlan está chegando!

E para quem é de São Paulo, não se esqueça: a Editora 85 estará vendendo seus magníficos encadernados na mesa da Confraria Bonelli durante o Festival Guia dos Quadrinhos 2018!

Séries Bonelli que talvez nunca vejamos no Brasil: ORFANI

Orfani é mais uma série Bonelli do gênero ficção científica. Criada por Emiliano Mammucari e Roberto Recchioni, atual editor de Dylan Dog e roteirista do Detetive do Pesadelo por anos, inclusive foi autor da premiada Mater Morbi. Orfani é publicado na Itália desde 2013 em cores.

A série fala de uma guerra entre uma raça de extraterrestres e uma equipe de crianças treinadas para combatê-los, conhecidos como “órfãos”, daí o título, Orfani. Esta é a primeira série da Bonelli totalmente colorida. Os autores comentam que se inspiraram em obras como The Lord of the Flies, de Willian Golding e Tropas Estelares, de Robert A. Heinlein. Além da já costumeira mistura de filmes e quadrinhos que vemos em várias séries Bonelli. Orfani por exemplo tem referências à Alien, The Big Red One (Agonia e Glória, no Brasil), Full Metal Jacket (Nascido para Matar, no Brasil) e Star Wars, além da famosa série de jogos, Halo.

Orfani tem tramas divididas em temporadas, como uma série de televisão. Na primeira temporada, a história é dividida em duas linhas de tempo diferentes que se alternam durante a narração. No passado são mostradas as fases de treinamento que os órfãos são submetidos, e no presente os personagens são enviados para a guerra entre humanos e os extraterrestres.

A trama

Um raio de energia devastador atinge a Terra, arrasando a maior parte da Europa e matando instantaneamente um sexto da população. A destruição é um ataque premeditado por alienígenas de um planeta distante. Após este evento, um cientista sérvio chamado Jsana Juric e um coronel do exército japonês chamado Takeshi Nakamura reuniram um grupo de órfãos que sobreviveram à catástrofe, para sujeitá-los a treinamento duro e torná-los soldados com o objetivo de invadir o planeta hostil e evitar que outra tragédia acontecesse.

No início da história do passado, os militares submetem as crianças a um teste, os levando separadamente a um território selvagem e logo eles percebem que foram abandonados no lugar e devem retornar à base de Dorsoduro. O grupo imediatamente se encontra sob a liderança de Hector, o mais velho, que começa a orientar os meninos. Jonas, outro sobrevivente, começa a fazer amizade com Hector que se torna uma figura de referência pra ele. Depois de alguns dias de caminhada, Juric e Nakamura decidem liberar na área onde as crianças estão, ursos famintos. Hector se sacrifica para salvar o grupo e Jonas se torna o responsável por todos.

Eles vão de encontro a um precipício e são seguidos por outro urso. Desesperados começam a atirar pedras e conseguem cegar o animal, que com raiva acaba derrubando todos da encosta. Horas mais tarde eles conseguem retornar à base e tem início ao treinamento.

No futuro, a força de invasão terrestre chega ao planeta alienígena. Os soldados devem tomar injeções diárias para neutralizar a radiação do planeta. Ao descer no planeta não encontram resistência, mas algo estranho… não tem vestígio de vida alienígena. Porém do nada começam a aparecer os inimigos, sem qualquer arma de fogo e começam a matar os soldados da Terra.

A batalha parece perdida e quando uma equipe de cinco soldados, cada um vestido de uma maneira diferente dos outros aparece, conseguem eliminar em um curto espaço de tempo a maioria das forças inimigas, fazendo os alienígenas sobreviventes bater em retirada. Os soldados, surpresos, perguntam qual o nome dos cinco heróis e depois destes tirarem os capacetes reconhecem Jonas e seus companheiros, os Órfãos!

Uou! É de tirar o fôlego essa série hein? Ela não segue o habitual Bonelli, é colorida, quadrinhos dinâmicos e uma trama espetacular.

Foram publicados até o momento 48 edições e Recchioni já confirmou que a sexta temporada, com o título Sam, será a última, encerrando a série com 54 edições.

E aí? É ou não é uma boa pedida?

 

 

Viva Bonelli!

Filantropia na Confraria: passe essa ideia adiante

Não é de hoje que muitos colecionadores ou fãs de Tex Willer e de quadrinhos em geral, doam ou presenteiam amigos ou familiares com suas HQs prediletas para que as pessoas se interessem por elas, ou ao menos, conheçam do que se trata.

Mas alguns vão além: adotam o lema da doação pura, e promovem atos massivos e singulares. O exemplo mais recente que agiu assim foi o de nosso confrade, Alberto Wendt. Ele não pensou muito para promover a doação de inúmeros titulos de Tex para a Casa do Adolescente do Município de Bagé, Estado do Rio Grande do Sul, colaborando com a formação cívica, social e intelectual de jovens de 12 a 18 anos.

Alberto fez questão de promover a doação em nome da Confraria Bonelli

À esquerda, Antonio, monitor da casa do Adolescente e ao seu lado, nosso confrade, Alberto

Para quem for da região de Bagé e tiver interesse em conhecer melhor o trabalho do pessoal na Casa do Adolescente, segue contato:

Centro de Referência de Assistência Social
Coordenadora: Adriana Tholozan
Endereço: Avenida Átila Taborda, 2599, Parque Silveira Martins
Telefone:(53) 3241 7207
Horário de Funcionamento: 8h ás 11:30h e 13:30h ás 17h
E-mail: cras.dame.smtas@bage.rs.gov.br

Mas esse é apenas um dos muitos atos de confrades que já fizeram por outros. Dentro de nosso quadro de integrantes, temos muitos professores, e dentre eles, os pards Cícero Linhares e o Robério Wilson, sempre prezam por não só empregar os quadrinhos de Tex em suas aulas para torna-las mais didáticas, como provocam as turmas a ganharem edições.

Nosso confrade Cícero, por exemplo, além de promover o conhecimento de nosso projeto, sem instiga seus alunos da EEEM Profª Maria Sylvia em Bom Jesus do Tocantins – PA e EEEFM Prof. Hélio Frota Lima em Abel Figueiredo – PA, a lerem nosso ranger:

Já nosso outro professor, Robério, também promoveu doações na escola onde atua:

Entregando ao Diretor do Colégio Estadual Democrático de Ibicoara os livros TEX no Brasil, do pard Gege Carsan e o Lucas da Feira do amigo Marcos Franco, que com muito carinho e boa vontade fizeram estas doações à biblioteca desta Instituição de Ensino, com o objetivo de incentivar a leitura e proporcionar mais informações aos alunos e toda a comunidade escolar. Nosso muito obrigado a vocês!!! Lucas Pires, Rozeangela Guimarães, Cristiane Cristy Leite Fernandes, Isabel Faustino, Roberto Rocha Aguiar, Marcos Matos, Rilce Maria.

Além disso sempre instiga os alunos a leitura didática dos títulos por conta da ficção histórica que Tex detém.

Além deles, outros membros como Neimar Nunes, Antonio Carlos da Silva, Ricardo Elesbão, Erik Hilton, João Batista, Miguel Zinelli, Ivo Almada e Luiz Henrique sempre estão presenteando outras pessoas que desconhecem o prazer dos fumettis Bonelli.

Que estes exemplos possam servir de inspiração a outros confrades e leitores. Passe adiante o hábito e a paixão pelos quadrinhos. Faça sem esperar nada em troca e tenho o mundo um lugar melhor.

A Confraria apoia e fomenta seus membros a promoverem doações.

Editora Bonelli comenta sobre publicações de Tex em 2018

A Sergio Bonelli Editore fez um balanço do que trará para o nosso herói em 2018. Sem delongas vamos aos planos para o setentão Tex, com cara de 40 e que parece ter 20.

Em fevereiro será lançada mais uma Graphic Novel por Boselli e Mastantuono que concluirá a história iniciada em “O Vingador” (Graphic Novel ainda inédita no Brasil) e terá Tex, seu irmão Sam e o guardião Jim Callahan que se comprometeram a vencer a batalha contra os invasores que mataram Ken Willer.

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Easter Egg ou Ref? Stranger Things & Martin Mystère: ponto de fusão.

Por Adriano Soares, em 26/07/2016, e republicado agora.

Leitura do “quarteto mágico” pelas mãos do desenhista Luiz Sansone 🙂

Arte de Luiz SansoneSérie nova, com proposta nostálgica, que nos remete para os encantadores idos dos anos 90 no Brasil, que por sua vez , manifestava em seu meio pop audiovisual (cine/music) produções aventurescas e vibrantes da década dos anos 80. Não é à toa que Stranger Things se tornou um fenômeno de grande aceitação, talvez por explorar uma trama que resgate elementos culturais memoráveis que expressam quase que perfeitamente o auge da década na qual a série se passa.

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Audace: o novo selo editorial da Sergio Bonelli Editore

Muito se diz no Brasil que a SBE é uma editora parada no tempo e que não se renova. Não, isso não é verdade. A última edição do Lucca Comics & Games apresentou ao publico exatamente o contrário: uma enxurrada de novidades da editora sita à Via Buonarroti. Estas, ao que parece, foram planejadas para agradar tanto a nova geração, quanto aos leitores mais conservadores.

A apresentação conduzida por Michele Masiero (diretor editorial da Bonelli) no Teatro del Giglio, em Lucca, trouxe novidades para todos os gêneros de publicações da Bonelli. Aqui, vamos destacar a nova linha editorial que promete quase uma dezena de novos títulos: o selo “Audace”.

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