Categoria: Referências

Games e HQs – a tradição de Lucky Luke

Meses depois de ter editado as matérias do especial Bonelli Games, dei de cara, em um volume recebido de presente por um grande amigo, com uma interessante e explicativa nota sobre o jogo de Zagor (Zagor: na Fortaleza de Smirnoff), que foi inspirado nesta mesma história, publicada na Zagor Especial n. 47, de mesmo nome. O texto, como qualquer um dos inúmeros de qualidade incontestável, é de autoria de Julio Schneider.

E justamente falando deste incrível pard, é que busquei seus esclarecimento, indagando então, sobre outras eventuais publicações que pudessem ter saído nas HQs. E a resposta, além de rápida, foi muito positiva, já que o Julio, além de indicar as revistinhas em que tais matéria foram impressas, ainda cedeu, gentilmente, os arquivos para que eu pudesse contempla-las! E justamente por isso, faremos outro conjunto especial de matérias!

Então, desde já, agradeço a ele pela total colaboração e interesse em ajudar na minha busca por conhecimento!

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Bonelli Games #02: a pré-história e a antiguidade dos jogos eletrônicos

Para aqueles que nos acompanham com certa frequência, sabem bem que estamos com uma sessão especial de Bonelli. Já publicamos em nossa humilde casa uma excelente matéria sobre a publisher Simulmondo, que produziu os mais famosos jogos conhecidos e lembrados de Tex e Dylan Dog. Mas, como não nos contentamos com só aquilo, cavamos um pouco mais da historia e levantamos alguns belos e brutos dados sobre a história da Editora Bonelli entre o meio eletrônico.

Desta vez é hora de Zagor e o primeiro Dylan Dog darem as caras por aqui!

PRÉ HISTÓRIA DOS JOGOS ELETRÔNICOS

Já abordamos aqui no site sobre a sequencia e a cronologia dos jogos.

  • a) Pré-história (até o final dos anos 70)

Claro que na pré-história tivemos como pedra fundamental do vício (ok, isso soou mal….), jogos pilares como Space Invaders, Asteroids e Pac-Man. Lembrando que o pai dos jogos foi feito em 1958, nos EUA, com o título Tennis for Two, que foi o primeiro desenvolvido no mundo. Outro que divide a paternidade é o Spacewar!, que veio mais tarde, em 1961, e foi o primeiro título comercializável.

Esses jogos compõe uma evolução e sempre tem de ser considerados de forma autônoma, tendo seu devido destaque na história mundial não só dos jogos, mas da evolução tecnológica.

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Bonelli Games #01: Tex e Dylan Dog – das páginas para os controles

Para quem acha que a trajetória dos Bonellis se “resumem” ao mundo dos quadrinhos, errou.

Descobrimos que nossos heróis saíram das páginas das bandas desenhadas diretamente para os jogos de computador. SIM, meus amigos, Tex Willer também fez muito sucesso no mundo digital, em 1993, época de seu lançamento,  assim como seu antecessor (em termos digitais), Dylan Dog, também licenciado pela Sergio Bonelli Editore, desenvolvido e publicado pela Simulmondo.

Dylan Dog Gli Uccisori foi o primeiro lançamento do grupo Bonelli no mercado, que contou com um pequeno empurrão… (vocês entenderão uma parte da história nesta matéria, principalmente quando falarmos de Tex), sendo desenvolvido e produzido pela publisher Simulmondo, sendo comercializado no ano de 1992, com uma tiragem de 50.000 cópias (segundo consta na Wikipédia italiana). Para os gamers mais novos esse número parece um pouco sem sentido, mas para a época, principalmente porque os games eras vendidos em disquetes, e considerando a ausência de mecanismos efetivos de download, que era um pouco mais complicado do que temos hoje, isso era uma marca considerável. Some-se ainda ao fato de que os jogos sob nome Bonelli eram, em boa parte, exclusivamente em italiano. Para se ter noção, DOOM, lançado em 1993, acumulou ao longo de 4 anos, cerca de 1,1 milhão de cópias vendidas e baixadas. Logo, considerando os dados que localizamos, Dylan Dog foi um grande sucesso. Tex (a série), lançado em 1993, também atingiu um número expressivo de vendas, chegando a marca de 25.000 copias. Ao que parece, a Simulmondo ousou e a Bonelli embarcou na ideia, conseguindo algo relativamente difícil para época, que era justamente a aceitação de um game inspirado em HQs que foram comercializados em língua primária italiana!

Mas antes de continuarmos a tratar de marcas de venda, é hora de apresentar esses clássicos indies que conseguimos desenterrar na história, porque uma coisa é certa: eles também são parte integrante da história evolutiva dos jogos eletrônicos que temos hoje e são parte integrante dela.

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