Categoria: Zagor

10 Episódios memoráveis de Zagor

Com mais de 50 anos e 600 edições, não é fácil escolher 10 episódios marcantes da série da Bonelli Zagor. Vários fãs  tem ligações pessoais com as histórias e as 10 melhores histórias pra um não são para outro. Portanto aqui iremos apenas citar 10 momentos marcantes, especialmente para possíveis novos leitores que queiram vir a conhecer a série agora. E para os mais longevos fãs, é apenas um retorno à boas memórias junto ao Espírito da Machadinha.

Irei dar importância apenas para edições publicadas no Brasil.

1 – Iron Man

Publicado originalmente em Zagor #14 e #15 na Itália. No Brasil pela Editora Record em Zagor #05 e Zagor Especial Mythos #19, da Editora Mythos.

História de Guido Nolitta e desenhos de Gallieno Ferri.

Vemos aqui o herói criado por Guido Nollita (pseudônimo de Sergio Bonelli) ser derrotado por um guerreiro mais forte do que ele, mais perspicaz e usando seus próprios truques. Chico leva Zagor nos ombros, ferido, até seu abrigo, humilhado, anulado. O que nunca poderia ter acontecido com Tex, acontece com o personagem de Sergio.

Depois Zagor busca vingança, que além de restabelecer o equilíbrio, proporciona um caráter mais articulado com mais profundidade do que pode parecer. A estrutura narrativa típica é confirmada com um tom de humor e um drama de ação.

Zagor aqui já mostra que é um personagem diferenciado, que apesar de ser um mito lendário, é apenas um humano. E um herói Bonelli que tende a errar também.

 

2 – A Origem de Zagor (Zagor Racconta)

Publicada originalmente na Itália em Zagor #55 e #56. No Brasil saiu nas edições da Vechi Zagor #01, da Record Zagor #01 e em Zagor em Cores #01 pela Editora Mythos.

História de Guido Nolitta e desenhos de Gallieno Ferri.

Nesta história como o nome já diz, vemos a origem de Zagor, mas também toda a originalidade que Nollita deposita em sua criação. A história conta desde a infância serena de Zagor com os pais na cabana de Clear Water até a grande tragédia de sua vida.

Zagor fica orfão ainda bebê, quando seus pais — Mike Wilding, um ex-oficial do exército americano (que largara tudo para viver como um desbravador), e Betty — são massacrados por um grupo de índios (abenakis), liderado por um renegado chamado Salomon Kinsky. Antes de morrer, Mike joga Zagor no riacho que passa atrás de sua casa. Recolhido e salvo por um andarilho, Wandering Fitzy, o rapaz cresce com um único pensamento: vingar o pai matando quem o matou.

Até aí nada de original, temos referências de várias histórias se mesclando, mas é aí que Nollita arregaça as mangas e mostra porque foi um dos maiores nomes do Fumetti italiano e mundial.  Em sua busca por vingança, Zagor capta os ensinamentos de Wandering Fitzy, este homem que o encontra e se torna seu mentor.

Um poeta, um filósofo e um homem livre das convenções e hipocrisias dos civilizados. Ele havia renunciado até mesmo às armas e defende-se e caça usando apenas uma machadinha, um símbolo que viria marcar o futuro herói. E a figura desse conselheiro acabaria por se transformar, aos olhos de Zagor, na imagem do herói moderno na sua busca incansável da própria identidade.

Quando Zagor consuma a sua vingança, ela tem um sabor amargo e cruel, pois descobre que o pai que ele tanto idealizou odiava os índios e, enquanto servia no exército, fora um dos mais ferozes exterminadores.

Como para se redimir do sangue inutilmente derramado para satisfazer seu espírito de vingança, Zagor consagra à sua vida a tarefa de “contribuir para que a paz reine neste grande país atormentado pela violência”. Zagor passou a dedicar sua vida à defesa da paz e da ordem na imaginária floresta de Darkwood, situada na região dos Estados Unidos conhecida por “As 13 Colônias”. Com a ajuda da família acrobata Sullivan (o pai Tobia e os filhos Romeu e Horace), Patrick Wilding (o real nome de Zagor) inicia a lenda do Espírito da Machadinha, Rei de Darkwood e enviado do Grande Espírito. Uma auto-designação que, em sua opinião, não é a exploração da ingenuidade de um povo primitivo, mas uma forma de respeito pela sua cultura.

3 – Odisseia americana (Odissea americana)

Publicada originalmente em Zagor #87, #88 e #89. No Brasil foi publicado pela Vecchi nos números #05 e #06. Pela Record no número #17.

Roteiro de Guido Nolitta e arte de Gallieno Ferri.

A viagem do barco “Athena” ao longo do rio Tallapoosa manteve-se gravada na imaginação dos leitores. Quando foi pedido para que fosse criado um jogo de tabuleiro de Zagor, a história indicada foi: Odisseia Americana.

Mais do que uma história, foi um período editorial em que Zagor permaneceu fora de sua Ítaca (Darkwood) e se envolveu em uma série de aventuras que se desenrolaram da edição #85 (Angústia) a #107 (De volta a Darkwood). Dois anos de vida editorial. Aqui conhecemos também o belo e trapaceiro Trampy, que vive com truques inteligentes para conseguir almoço e acaba envolvendo Chico em seus golpes acabando em várias confusões.

  1. A marcha do desespero (La marcia della disperazione)

Publicada originalmente na Itália nas edições #112 a #116. No Brasil saiu pela RGE em Zagor #06 e #07.

História de Guido Nolitta e arte de Gallieno Ferri.

Neste período, as histórias narrativas tendem a durar mais tempo. Bonelli coloca Zagor contra personagens com fortes motivações. Vemos vários temas clichês e ambientes de impacto: o deserto, o embate entre brancos e índios, a morte, o sacrifício, a poesia e até o amor. Vemos Zagor encontrando chefes tribais e mostrando todo o seu prestígio entre os nativos americanos e os militares.

Temos de um lado, Winter Snake, chefe da tribo Kiowa, um dos melhores vilões de Zagor e do outro Frida, uma das poucas e fundamentais mulheres da saga de Zagor.

A história mostra a arrogância dos brancos e seu desprezo pelo estilo de vida dos nativos. Zagor em toda a sua essência se indigna, enfurece e vai fundo em promover a paz e a salvação dos mais fracos. Zagor vive sua primeira história de amor com Frida Lang e encontramos o engraçado feiticeiro Mohawk, Many Eyes. Bizarro e simpático, usa óculos e um relógio como colar.

  1. Adeus irmão vermelho (Addio fratello rosso)

Publicada originalmente em Zagor #119 a #122. No Brasil foi publicado como “O Aventureiro” pela RGE, edição #02.

História de Guido Nolitta e desenhos de Franco Donatelli.

Mais um embate mortal entre americanos e nativos, reavivado com violência irredutível.

Zagor é forçado a enfrentar uma comunidade inteira para levar à justiça um jovem homem branco responsável pela morte da esposa de Sakem Wakopa. Nolitta apela para a emoção do leitor e quebra em pedaços os corações, nos fazendo enfrentar a complexidade do conceito de justiça.

  1. Terror do sexto planeta (Terrore dal sesto pianeta)

Publicado originalmente na Itália de Zagor #178 a #182. No Brasil foi publicado pela Record em Zagor #06 – O Raio da Morte

História de Guido Nolitta e arte de Ferri e Franco Bignotti.

Esta é a última grande história de Guido Nolitta, uma pequena obra-prima, apesar do bizarro tema. Nolitta traz ao extremo o que é Zagor: Western, fantasia, misticismo e ficção científica. Características primordiais da série que aqui consegue nos levar a uma aventura incrível elevando Zagor a uma figura mítica.

Nesta aventura vemos o confronto de Zagor com seu maior inimigo, o Professor Hellingen, cientista louco e brilhante, inventor de futuristas armas e máquinas que periodicamente retornam para ameaçar o Espírito da Machadinha, que para Hellingen é “um homem ignorante da floresta”. É a quarta aparição do vilão e a mais perigosa devido aos seus aliados, os extraterrestres com tecnologia avançada: Akkronians.

Existe toda uma atmosfera de tensão e mistério na primeira parte da história e em seguida cresce uma terrível ameaça dos adversários aparentemente insuperáveis. A magia dos índios desempenha um papel importante neste caso e agora surge como um dos grandes heróis e defensores do povo vermelho. Desta vez, de verdade.

Aqui também conhecemos amigos importantes de Zagor como o coronel Perry (médico oficial do Forte Pitt), Barão Ícaro la Plume (inventor bizarro e aviador) e Tonka (Mohawk e irmão de sangue de Zagor). É a história que Nolitta se despede de seu personagem.

Depois disso Hellingen apareceu apenas mais três vezes em quase 37 anos.

  1. Oceano

Publicado originalmente em Zagor #95 a #99. No Brasil foi publicado pela RGE em Zagor #24 e pela Globo na edição #25 como “Bandeira Negra”

Tem vários motivos que tornam Oceano uma leitura indispensável de Zagor e em seu campo específico, insuperável. É, e permanece a melhor história de viagem de navio no oceano e a melhor caça ao tesouro da série. Para os zagorianos, as viagens pelo oceano trazem a memória o capitão Fishleg, com uma perna artificial feita com um osso de baleia. É um dos amigos mais famosos de Zagor e Chico, e comandante da caça à baleia na “Golden baby”. De tripulação variada e multiétnica (com o fakir Ramath, que reaparecerá em outras edições).

E por tratar de tesouro, a trama traz Digging Bill, que busca o tesouro apenas pela satisfação de estar em uma busca e não para enriquecer. Ele acaba se tornando um dos mais famosos amigos de Zagor. A atmosfera aventureira desta história não cansa o leitor, mesmo que se estenda por algumas edições.

  1. Liberdade ou morte (Libertà o morte)

Publicada originalmente nas edições #82 a #92 na Itália. No Brasil saiu pela Vecchi em Zagor #47 – Liberdade ou Morte

História de Guido Nolitta e arte de Donatelli.

Uma história densa que mostra como Zagor para alguns leitores não é apenas um herói que vive em um lugar imaginário, muitas vezes se afastando da realidade histórica, ou que a presença de Chico ou outros personagens deixam as tramas mais simplórias e ingênuas. Liberdade ou Morte é de fato a melhor história da série que pode ser lida para entender que tais características não impedem episódios ambiciosos, que mesmo com personagens e eventos imaginários, se inspire na lógica implacável que governa a sociedade do homem branco.

Aqui, Zagor enfrenta uma de suas principais lutas, a contra todas as formas de escravidão, pela liberdade dos homens de qualquer raça e cor. Surgem também personagens fundamentais da série como Manetola, líder dos Seminoles e Liberty Sam, escravo fugitivo que se juntou a causa de Zagor.

  1. Zagor contra Supermike

Publicada originalmente em Zagor #123 e #124. No Brasil foi publicado pela RGE na edição #03 – Zagor contra Supermike

História de Nolitta e desenhos de Ferri

Zagor quando está lutando contra injustiças e maldade, se torna uma fúria, e tem entre seus maiores inimigos figuras não menos excepcionais que ele, dotadas de extraordinários poderes intelectuais ou sobrenaturais. O adversário, no entanto, mais irritante, é um homem sem poderes, mas com habilidades extraordinárias que o fazem superar todas as atividades que se propõe a realizar. É Mike Gordon, conhecido como Supermike. E adivinha qual a próxima missão que ele decidiu superar? Tornar-se o “Perturbador de Darkwood”.

Com um traje colorido e um grito de batalha, para mostrar ser superior ao Espírito da Machadinha, humilhá-lo para quem sempre o valorizou e forçá-lo a entrar na briga. O ponto é que ele realmente consegue tirar Zagor do sério e colocá-lo em sérios problemas.

Supermike se tornou um inimigo muito popular, porém seu único retorno, pós-Nolitta, não foi muito bem aproveitado.

 

  1. Il mio amico Guitar Jim

Publicado originalmente na centésima edição de Zagor na Itália. No Brasil saiu pela Vecchi em Zagor #02 – Guitar Jim

História de Nolitta e desenhos de Ferri

Este foi o único centenário assinado pelo criador da série, Guido Nolitta. Nos mostra um amigo histórico do Espírito da Machadinha, embora nem sempre confiável.

Guitar Jim, é um rapaz bom, porém é um cantor fora da lei que esconde uma arma na caixa inseparável de seu violão. Inicialmente ele luta com Zagor que é enganado por Jim e determinado vai em busca de justiça (mesmo acontecendo uma simpatia mútua entre os dois).

Nolitta nos mostra como Zagor fica zangado quando traem a sua confiança.

Nas aparições posteriores de Guitar Jim, elas não tem resultados tão convincentes.

Menção honrosa pois sei que está na lista de vários Zagorianos:

Zagor contra o Vampiro

Publicada originalmente nas edições #85 a #87. No Brasil foi publicado pela Vecchi em Zagor #10 e #11. E pela Record em Zagor #14.

História de Nolitta e desenhos de Ferri.

Nolitta, um apaixonado pelos clássicos do cinema de sua época,  não podia deixar faltar uma história com vampiros. Guido concebe um enredo que começa como um épico ocidental, estabelecido no imaginário comum e depois entra casualmente nos elementos de terror com vários mistérios.

O núcleo principal da trama acontece em uma residência escura, onde nos deleitamos com momentos hilários de Chico. Nesta história vemos a estreia do Dr. Metrevelic, grande especialista no assunto que em outras aventuras ajudará Zagor contra outras criaturas “impossíveis”.

É o início do que os fãs de Zagor chamam de Idade do Ouro: cinquenta e quatro edições consecutivas com uma história mais inesquecível do que a outra.

Viva Bonelli!

Mais informações sobre o encontro de Zagor e Jovanotti

Chega às bancas italianas dia 2 de março a edição de Zagor n.632 que terá em anexo a história, “O chamado da Floresta”,  um especial com o encontro do Espírito da Machadinha com o músico italiano Jovanotti, fã declarado de Zagor.

A edição n.632 traz a história, “O bando dos implacáveis”, escrita por Antonio Zamberletti e desenhos de Mauro Laurenti. Capa de Alessandro Piccinelli. Em Scanlon Creek, um bando de assaltantes sanguinários cruzam o caminho de Zagor e Chico, que lutam contra os bandidos ao lado da bela Blondie.

Anexo á edição está a história “O Chamado da Floresta”, de Moreno Burattini, roteiro de Michele Masiero e desenhos de Walter Venturi. Serão 26 páginas mostrando o encontro de Zagor e o cantor Lorenzo Jovanotti.

Lorenzo Jovanotti sempre foi um fã declarado de Zagor desde a década de 1970, “gerações inteiras sonharam em se aventurar, nas asas da fantasia com Zagor. Era inevitável que mais tarde nossos caminhos se cruzassem “, comenta Masiero sobre o encontro.

Os personagens favoritos de Jovanotti são exatamente os criados por Guido Nollita (nome artístico de Sergio Bonelli): Zagor e Mister No. Sempre um fã dedicado da Bonelli, a maneira de agradecer o músico por todo o carinho foi transportá-lo para as Florestas de Darkwood e proporcionar uma aventura com Zagor.

“Foi assim que nossa história nasceu, pequena, mas feita com a mesma criatividade artística e qualidade na arte”, completa Masiero.

Zagor ganha edição especial com músico Jovanotti

A Sergio Bonelli Editore, com quase 80 anos de atividade, é a editora número um na Itália e em todos estes anos conseguiu conquistar centenas de milhares de leitores apaixonados por Tex, Dylan Dog, Zagor, Nathan Never, Julia, Dragonero e muitos outros.

Zagor, o herói nascido em 1961 da caneta de Guido Nolitta (Sergio Bonelli), é sinônimo de uma aventura cômica em um mundo mágico no período do velho oeste americano. O herói tem um fã excepcional na Itália, Lorenzo Jovanotti.

Aqui no Brasil conhecemos muito bem Zagor mas é bem provável que ninguém conheça Jovanotti. Lorenzo é um cantor e compositor de pop, rap, hip-hop e seu último trabalho, Good Blood teve influências do rock. Ele é um fã declarado de Zagor e não tem vergonha de dizer isso em todos os lugares que vai. Programas de entrevista, shows, redes sociais, ele tem até um canal no youtube muito bom que fala sobre cultura pop, incluindo fumetti.

Alguns fatos curiosos ligam Jovanotti a America Latina. Um deles foi o fato de ele ter atravessado a Patagônia de bicicleta em 1997 e o outro fato é que em 2003 ele gravou a canção “Samba”, lançada no álbum Bossa Jova e celebrava a eleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enfim, a Bonelli irá transportar o músico para as Florestas de Darkwood, onde o artista irá encontrar seu grande ídolo, O Espírito da Machadinha! Em um pequeno livro intitulado “The Call of the Forest” (O chamado da Floresta) que será anexado à edição n.683 de Zagor, “O Bando do Implacável”.

A edição chega às bancas dia 2 de março. Nos próximos dias a Bonelli irá dar mais detalhes sobre o conteúdo do livro.

Novidades para Zagor em 2018

O Editor de Zagor Moreno Burattini, no site da Sergio Bonelli Editore comentou sobre as principais novidades do Espírito da Machadinha para este ano. Vamos Lá!

De começo muito mistério quanto ao mês de março onde o editor promete uma surpresa, algo muito inesperado e excitante. Sobre isso ele não deu mais detalhes. Porém Moreno comentou que já no final da edição de janeiro temos o retorno do vilão Smirnoff e quem também voltará é Blondie.

Blondie é uma bandida que surgiu em 1977 em uma história assinada por oito mãos por Guido Nolitta e Decio Canzio nos textos e Franco Donatelli e Francesco Gamba nos desenhos. Um clássico memorável que teve na época capa de Gallieno Ferri, onde Blondie atingia com um soco o rosto do Espírito da Machadinha. Blondie volta já na edição de fevereiro com capa de Alessandro Piccinelli e a história nos permitirá descobrir também seu nome verdadeiro e um trágico segredo de seu passado.

Ramath, o Fakir desaparecerá misteriosamente na história “Golden Baby” e será iniciada uma busca frenética pelo capitão Fishleg e sua equipe. Zagor também entrará nesta aventura para ajudar a salvar seu amigo, ameaçado por poderes necromantes.

Em setembro, o herói de Darkwood enfrentará dois velhos inimigos que fizeram uma aliança contra ele. Sem mais detalhes Burattini comentou que um adversário é bem antigo, da época dos quadrinhos em talão de cheque e o segundo, bem mais recente. Mesmo assim, nenhum deles reapareceu após suas primeiras histórias e agora formaram uma aliança.

O tradicional Especial, que será lançado em março terá como título “The Creatures of the Dark” (Em tradução livre, “As criaturas das Trevas”) e contará uma história sobre misteriosos habitantes das florestas e os protagonistas serão criaturas temíveis, alguns inofensivos, outros, monstros realmente perigosos espreitando atrás das árvores.

O Maxi Zagor, “Contos de Darkwood”, lançado em setembro de 2017 foi um grande sucesso. Portanto a editora está preparando outros com a mesma fórmula. Em 2018 serão lançados três Maxi, e os três trarão uma espécie de trilogia, com uma única jornada de Zagor, mesmo com histórias que se concluem em cada volume, fora das Florestas de Darkwood. Segundo Moreno, “já o vimos na África e América do Sul, por exemplo. Nosso herói já está acostumado com estas mudanças”. Ao longo das três etapas primeiro ele chega na costa oeste, na fronteira entre o Canadá e os Estados Unidos, (em “Terra Fria” capa acima, já publicada na Itália) e nos dois Maxi seguintes, ele irá para outros locais ao longo do Pacífico. Ele reencontrará personagens importantes, amigos e inimigos, dos quais os leitores solicitaram o reaparecimento por muito tempo. Um dos volumes trará por exemplo o retorno do Príncipe Alexis.

Outra grande novidade é à chegada em novembro de um outro crossover (Zagor já se encontrou com Dragonero). Desta vez ele fará uma parceria com Brad Barron na luta contra Morb (uma raça alienígena que Barron enfrenta), que invadiu sua floresta. Brad Barron era o protagonista de uma minissérie da Bonelli e ganhou outros especiais e conta a história de um militar americano que enfrenta invasores alienígenas. O criador da série, Tito Faracci escreverá o encontro de Zagor e Barron. Será publicada na edição colorida de inverno.

Já na edição colorida do verão, uma história dedica à Wandering “vagabundo” Fitzy, o “trapper” que criou Zagor após o nosso herói ter sua família dizimada por uma tribo indígena.

Serão publicadas na Itália dois volumes destinados às livrarias e eventos. Um em fevereiro, grande, colorido e com capa dura com a aventura “Inferno dos Vivos” e ao longo do ano será publicada outra edição especial contando a longa aventura de Zagor contra Kandrax, o Mágico.

Que ano cheio de novidades hein? Zagor em alta estima com os fãs italianos e mundiais.

Fonte: http://www.sergiobonelli.it/news/2018/01/19/gallery/zagor-2018-1002358/

Relação de histórias – Zagor

Perdido na relação de histórias que foram publicadas até hoje e suas correspondências? Então pode parar! Nosso confrade, Sandro Piola, elaborou uma lista bem detalhada para vocês conferirem, incluindo as capas muito bem organizadas!

Acessem o arquivo abaixo em PDF!

Relação das Histórias de Zagor

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