72 Anos de Tex Willer e a Arte de Fred Macêdo

Há 72 anos, no dia 30 de setembro de 1948 foi publicada a primeira história de Tex. Chamava-se Il Totem Misterioso (O Totem Misterioso). Com o balão “Por todos os diabos, será que ainda estão nas minhas costas?”, começava a saga de um dos mais famosos cowboys dos quadrinhos.

Nesse dia especial, gostaríamos de fazer uma dupla homenagem: 1) comemorar essa data de 72 anos de vida editorial do nosso querido Ranger do Texas e 2) reverenciar a arte de um artista, fã e colecionador de Tex: Fred Macedo, já famoso entre nós pela sua “Divina Ceia Texiana”, feita em 2008 para comemorar os 60 anos do personagem.

Divina Ceia Texiana: Nat Mac Kennet, Gros-Jean, General Davis, Jim Brandon, Cochise e Montales à esquerda. Pat, El Morisco, Tom Devlin, Kit Willer, Jack Tigre e Kit Carson à direita. Tex Willer ao centro.

Em memória de ‘Guido Nollita’ (Sergio Bonelli): 1932-2011

Nascido em Milão em 2 de dezembro de 1932, Sergio Bonelli é filho de Giovanni Luigi Bonelli, criador de Tex e de muitos outros heróis dos quadrinhos italianos, fundador da Editora Audace, e de Tea Bertasi, que em 1946 assumiu as rédeas da negócios de família. Apenas para se diferenciar do famoso pai, quando começa a escrever, opta por assinar seus próprios roteiros com o pseudônimo de ‘Guido Nolitta‘.

Fonte: Blogue Os Quadrinhos.

Pedro Mauro, Desenhista Brasileiro da Bonelli, Comemora 50 Anos de Carreira Com Lançamento de um Livro

Por: Ricardo Elesbão Alves (Confraria Bonelli) e Renato Frigo (Colecionadores de HQs)

Em 1970 vivíamos anos de chumbo no Brasil da Ditadura Militar. As bancas de revistas eram repletas de gibis de cowboys pasteurizados, desenhados com traços limpos e atitudes pudicas, derivados de “Faroestes B” dos cinemas e das séries pueris da TV, aqui difundidas desde a década de 1950.

Então, de repente, surgiu um menino, Pedro Mauro, com seus faroestes estampando aventuras e cenários realistas, rudes e poeirentos, com personagens sujos e sarcásticos, mocinhas lindas com jeito de hippie. E mexicanos, muitos mexicanos. Tal qual nos filmes Spaghetti Western que tomava as salas de cinema naqueles anos, formando uma nova legião de público. Pancho foi o herói apresentado por Pedro Mauro. Na verdade, um anti-herói, porque não se importava em ser bom nem justo. Mas apreciava uma vingança e não tolerava hipocrisia. Filosofia dos protagonistas dos demais bangue-bangues do artista.

Como passar o tempo com os nossos heróis da Bonelli!

FONTE: Sergio Bonelli Editore

NÃO! Não é um show ou uma reunião com nossos heróis como na foto de capa dessa matéria. Até porque, certamente, reuniria muita gente, e não seria recomendado nesses tempos. Os dias fechados em casa nos parecem intermináveis e nem os nossos filmes e seriados podem preenchê-los. O fato de alguns de nós já estarmos há mais de um mês em isolamento social e/ou quarentena, pode nos levar a pensar que ir para a “fase 2” seja apenas coisa de super-heróis. Chegou a hora certa de começar a jogar! Pois é, não existem apenas quadrinhos na Loja Online da Sergio Bonelli Editore.

E você também pode encontrá-los, ou encomendá-los, aqui mesmo no Brasil, na Loja Online da Bonelli HQ Megastore ou pelo Whatsapp (21 3904-4183).

Dia do Desenhista: O Brasil na Bonelli!

Nesse 15 de abril de 2020, Dia do Desenhista, resolvemos fazer uma pequena homenagem aos brasileiros que tiveram a honra de trabalhar em diferentes momentos para Sergio Bonelli Editore, são eles: Wilson Vieira, Jô OliveiraPedro Mauro e Ibraim Roberson. Nos textos a seguir, apresentamos de forma resumida um pouco da carreira desses grandes da Nona Arte e sua relação com a SBE.

A “poesia” nas cores e arte de Sergio Tisselli

Lamentavelmente a nona arte perdeu hoje um mago dos pincéis, aquele que emprestava as cores de suas aquarelas, verdadeiras pinturas, aos quadrinhos. Capaz de se deslocar dos Apeninos ao velho oeste americano, contava habilmente as grandes aventuras e as pequenas histórias. Nos deixou nesse dia 14 de abril de 2020, aos 63 anos, o desenhista e ilustrador italiano Sergio Tisselli. Bolonhês, nascido em 24 de janeiro de 1957, como muitos dos grandes artistas dos quadrinhos, dedicou parte de seu tempo aos personagens da Sergio Bonelli Editore. No final dos anos 90, com Lucio Filippucci, criou capas de Martin Mystère, o que  parecia ser o prelúdio para seu desembarque nas páginas de Dylan Dog, mas não se sentiu confortável com o Detetive do Pesadelo. Foi então que, com uma história de Pasquale Ruju, estreou oficialmente na Editora com Tex.

È morto il disegnatore e illustratore Sergio Tisselli - Fumettologica

Conheça Brad Barron: A primeira minissérie da Bonelli, agora também no Brasil

Originalmente publicada na Itália, de maio de 2005 a outubro de 2006,  essa série de ficção científica, ou fantascienza como dizem os italianos,  foi concebida por Tito Faraci, autor de todos os roteiros, sendo seu idealizador gráfico Fabio Celoni, também autor de todas as capas. Composta por 18 edições, foi a primeira minissérie da Sergio Bonelli Editore. Após o final da série inicial, a partir de agosto de 2008, o personagem retornou às bancas em seis volumes especiais, que foram publicados até novembro de 2012. Entre março de 2018 e fevereiro de 2017, a série regular foi republicada da em 3 grandes volumes (omnibus).  Em dezembro de 2018 foi publicado um crossover envolvendo Zagor e Brad Barron, na série semestral “Color Zagor” número 8, com o título “A ameaça dos Morb”.

Mister No: O mais Brasileiro dos personagens Bonellianos agora também na Red Dragon

Nosso querido piloto, que entre idas e vindas, voltou ao Brasil novamente pela Editora 85 e pela Panini, é sem dúvida a materialização do carinho do Sergio Bonelli pelo nosso pais. Recentemente produzimos uma matéria sobre as novas publicações por essas duas editoras – Leia AQUI. Mas sempre cabe, para os novos leitores, um pouco da história desse personagem tão brasileiro, ainda mais porque a Red Dragon Publishing traz de volta também a série regular do personagem.

Segredos de Júlia Kendall #1: “Olhos do Abismo”, Um Perigoso Mergulho!

TEXTOMarcos Guerra Tântalo

Júlia Kendall |

“Quando eu tinha cinco ou seis anos, Audrey Hepburn foi meu primeiro amor cinematográfico. E o primeiro amor a gente não esquece.” É assim que Berardi respondeu a famosa pergunta “Por que uma protagonista com o rosto de Audrey Hepburn?” Pouco se pode falar sobre essa escolha além disso! Um primeiro amor não se questiona, afinal de contas!

OST/Original Soundtrack: Ken Parker, de Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo

TEXTOMárcio Grings (Memorabilia)

Arte: Ivo Milazzo.

Player ilustra referências musicais do HQ western

Quem acompanha os sites Memorabilia e Confraria Bonelli já deve ter percebido — essa já é a terceira postagem (em apenas duas semanas) sobre o anti-herói western Ken Parker, personagem das HQs criado pelos quadrinistas italianos Giancarlo Berardi (roteiro/argumento) e Ivo Milazzo (ilustrações).

Ouça tambémJulia Kendall soundtrack

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