Bonelli Games #02: a pré-história e a antiguidade dos jogos eletrônicos

Para aqueles que nos acompanham com certa frequência, sabem bem que estamos com uma sessão especial de Bonelli. Já publicamos em nossa humilde casa uma excelente matéria sobre a publisher Simulmondo, que produziu os mais famosos jogos conhecidos e lembrados de Tex e Dylan Dog. Mas, como não nos contentamos com só aquilo, cavamos um pouco mais da historia e levantamos alguns belos e brutos dados sobre a história da Editora Bonelli entre o meio eletrônico.

Desta vez é hora de Zagor e o primeiro Dylan Dog darem as caras por aqui!

PRÉ HISTÓRIA DOS JOGOS ELETRÔNICOS

Já abordamos aqui no site sobre a sequencia e a cronologia dos jogos.

  • a) Pré-história (até o final dos anos 70)

Claro que na pré-história tivemos como pedra fundamental do vício (ok, isso soou mal….), jogos pilares como Space Invaders, Asteroids e Pac-Man. Lembrando que o pai dos jogos foi feito em 1958, nos EUA, com o título Tennis for Two, que foi o primeiro desenvolvido no mundo. Outro que divide a paternidade é o Spacewar!, que veio mais tarde, em 1961, e foi o primeiro título comercializável.

Esses jogos compõe uma evolução e sempre tem de ser considerados de forma autônoma, tendo seu devido destaque na história mundial não só dos jogos, mas da evolução tecnológica.

Tex, Bonelli e LEGO – Uma caótica boa ideia!

Lego, quem nunca ouviu falar?  Será que todos conhecem o que a empresa passou? E o que exatamente ela tem a ver com o velho oeste e Tex?

LEGO – Uma Empresa Orgânica como SBE

A ideia altamente lucrativa surgiu por acaso (assim como toda boa invenção).  Ole K. Christiansen era carpinteiro e por conta das baixas vendas de seus móveis, acabava passando boa parte do tempo esculpindo brinquedos.

Deste básico feitio surgiu a primeira impressão: Ole percebeu que por mais que o mercado de consumo estivesse em baixa, as famílias sempre despendiam valores com brinquedos. Criou, então, em 1932, os primeiros blocos, sendo oficialmente comercializado em maior número em 1934. Os blocos de montar propriamente ditos foram uma sugestão de uma indústria injetora de plástico, que permitiu em 1950, que os blocos pudessem se encaixar e ser empilhados. Ole, com o passar dos anos aperfeiçoou e deu ao tijolinho mais conhecido do planeta a forma que vemos hoje.

A engenhosidade, simples a primeira vista, foi ousada, já que permite a construção e empilhamento infinito das peças, que rendem obras e mais obras únicas espalhadas pelo mundo, como o icônico tigre de Lego, que já andou passeando por diversos locais aqui no Brasil. Mas isto representa menos de 1% das façanhas que os fissurados por Lego já cometeram.

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