À caça – Tex Gold!

Algum -bom- tempo se passou desde o anúncio oficial da Tex Gold no mercado, e finalmente para alegria de alguns, como o meu caso, chegou em São Paulo.

No entanto, ainda muitos fãs do ranger estão a ver navios (ou seria poeira?). De acordo com a Salvat, nesta primeira fase de distribuição, parte do Brasil apenas está recebendo os exemplares:

Aviso publicado hoje, dia 30 de outubro de 2017.

Tex na TV? – Salvat e a propaganda #01

É amigos, e quem diria? A nossa queria Editora Salvat investiu pesado no marketing da nova coleção Tex Gold e não deixou barato: atacou com tudo na televisão com uma propaganda de deliciosos 15 segundos!

Confiram:

Notícia em Portugal! – Conexão internacional

Texto originalmente publicado em Tex Willer Blog por  José Carlos Francisco

Decorreu no último fim de semana, dias 14 e 15 de Outubro, em Santa Maria, município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, com cerca de 300.000 habitantes, a primeira reunião oficial da Confraria Bonelli,  capitaneada por Joana Rosa Russo, Miguel Zinelli e Edemar Schnornberger. Trata-se de um grupo organizado de leitores totalmente apaixonados pelas publicações da Sergio Bonelli Editore que são hoje mantidas no Brasil graças aos esforços da Mythos Editora e, da recém criada, Editora Lorentz.

A organização deste primeiro encontro oficial esteve a cargo de Nadir Dutra e foi um evento bastante concorrido e com bastante qualidade como facilmente nos apercebemos pelos ecos que nos chegaram durante a semana e o sucesso foi tanto que contou inclusive com as presenças de Kit Willer (Ulisses Miranda) e Kit Carson (Edemar Schnornberger) em representação dos pards, de Yama (Edemar Schnornberger) que veio representar os inimigos de Tex, de Zagor (Pedro Bianchi) representando as demais personagens da Sergio Bonelli Editore e até do Capitão América (Junior Wentz) em representação dos comics, tudo altas personalidades da Nona Arte que engrandeceram ainda mais este primeiro, de seguramente muitos que irão ocorrer no futuro, convívio da Confraria Bonelli que registou então a adesão de dezenas de confrades, alguns inclusive que fizeram centenas de quilómetros “apenas” para prestigiarem esta primeira organização da Confraria Bonelli!

Primeira reunião do grupo Confraria Bonelli está chegando!

E você é nosso convidado de honra! Si señor, mi amigo! Você, nosso prezado confrade, seguidor, colecionador ou apenas curioso está mais do que convidado a comparecer em nossa primeira reunião!

O evento é GRATUITO. Não temos nenhuma exigência. Alias, temos uma: venha e divirta-se! E justamente para você, que ainda está meio perdido com os detalhes do evento, vai nosso convite oficial:

 

Dampyr – Vale ou não a pena ler?

VALE OU NÃO A PENA LER?

Sem dúvidas, Dampyr é uma das poucas séries sobre vampiros que acompanho, de forma pessoal. Seu enredo tenebroso e misterioso dá toque de um leve e sutil terror a série, que se destaca pala sua alta desenvoltura em ação e aventura, como exaustivamente comentamos durante a semana. A trajetória entre os cotidianos que Harlan permeia dão a dimensão da visão romancista que ele ainda conserva sobre a crença na humanidade e a lealdade com seu propósito de fazer o bem, o que acaba proporcionando ao leitor uma conexão com outros títulos até mesmo fora das HQs, como o caso da série televisiva, Van Helsing (SyFy, 2016).

E ainda dentre os quadrinhos, destaco HELLSING, um mangá criado integralmente por  Kouta Hirano, em 10 livros. No entanto, o conteúdo altamente violento e sanguinário deixa o roteiro excessivamente denso, mas, muito intrigante, já que trata de batalhas “religiosas” em certo ponto. No mangá o mote é o mesmo: temos vampiros a serviço dos humanos, mas estes últimos são seus mestres. O conflito entre a própria espécie também é bem arrematada, levando o leitor a se questionar sobre os paralelos e dicotomias diárias. Mas mesmo assim, Hellsing pode se tornar uma leitura mais dura e custosa aos leitores que apreciam um enredo não tão sangrento.

Por isso, Dampyr, ao contrário do que se espera de uma série que trata sobre vampiros e o sobrenatural, em regra, NÃO disseca a mente do leitor em veios e rios de sangue: a aventura e o suspense, com a ação intensa, reinam nos quadros da história, e na correta medida, submete o leitor a uma experiência horripilante durante suas transições de ambiente, personagens e até mesmo conflitos.

Dampyr, assim como algumas obras de Stephen King, dão ao leitor um terror de suspense, ou seja, na verdade, o terror não é direto: ele decorre da situação de suspense da trama, o que torna a leitura muito fluida e cativante.

Então amigo leitor, não perca mais tempo 🙂 Se não conhece nosso caçador de vampiros, chegou a hora de conhece-lo.

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