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Panini anuncia Dylan Dog: O Planeta dos Mortos

A Panini Comics anunciou que irá lançar Dylan Dog: O Planeta dos Mortos em julho de 2024, o anúncio foi feito na live de lançamentos da Editora. Essa é uma edição especial da Sergio Bonelli Editore que mostra o Investigador do Pesadelo em um futuro distópico onde o mundo foi tomado por zumbis.
A edição será lançada em formato americano, capa dura, com 160 páginas e traz duas histórias completas escritas por Alessandro Bilotta. A primeira, colorida, é “Adeus, Groucho”, lançada originalmente em Dylan Dog ColorFest #10, com desenhos e cores de Paolo Martinello. E a segunda é “O crepúsculo dos Mortos Vivos”, que saiu em Dylan Dog Gigante #22 com desenhos de Daniela Vetro.


Bilotta escreveu uma história curta publicada em Dylan Dog ColorFest #2 em 2008, que dava um vislumbre de uma versão de Dylan mais velho, vivendo em um mundo onde a força de trabalho mais degradante era a dos zumbis. Foi o suficiente para que o público gostasse e a Sergio Bonelli lançasse uma série própria desta versão do Investigador.
Planeta dos Mortos nos traz Dylan quinze anos no futuro, mais velho e vivendo em meio a uma misteriosa epidemia que transforma humanos em zumbis. Dylan, agora um homem de meia-idade se depara com escolhas difíceis e é forçado a duvidar do que sempre acreditou. A série foi publicada completa em oito edições, mas a Panini não confirmou se publicará a série completa.
A edição já está em pré-venda no site da Panini.

 

Booktrailer da Bonelli:

 

Capa de Dylan Dog Color Fest #2

Tex, Bonelli e LEGO – Uma caótica boa ideia!

Lego, quem nunca ouviu falar?  Será que todos conhecem o que a empresa passou? E o que exatamente ela tem a ver com o velho oeste e Tex?

LEGO – Uma Empresa Orgânica como SBE

A ideia altamente lucrativa surgiu por acaso (assim como toda boa invenção).  Ole K. Christiansen era carpinteiro e por conta das baixas vendas de seus móveis, acabava passando boa parte do tempo esculpindo brinquedos.

Deste básico feitio surgiu a primeira impressão: Ole percebeu que por mais que o mercado de consumo estivesse em baixa, as famílias sempre despendiam valores com brinquedos. Criou, então, em 1932, os primeiros blocos, sendo oficialmente comercializado em maior número em 1934. Os blocos de montar propriamente ditos foram uma sugestão de uma indústria injetora de plástico, que permitiu em 1950, que os blocos pudessem se encaixar e ser empilhados. Ole, com o passar dos anos aperfeiçoou e deu ao tijolinho mais conhecido do planeta a forma que vemos hoje.

A engenhosidade, simples a primeira vista, foi ousada, já que permite a construção e empilhamento infinito das peças, que rendem obras e mais obras únicas espalhadas pelo mundo, como o icônico tigre de Lego, que já andou passeando por diversos locais aqui no Brasil. Mas isto representa menos de 1% das façanhas que os fissurados por Lego já cometeram.

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